Quadril. Encaixe do fêmur.
Coração na mão. Cérebro na mão. Pés na mão. Cérebro no coração nos pés na mão. Tudo para o centro da terra. Aterramento.
Voz=pés no chão, base fixa. Joelhos do Daniel. O simples é tudo, ou o tudo é simples. O Leandro disse tudo. O Carlos disse simples.
Como colocar o coração na voz na fala no texto no teatro na platéia no ator no espaço? A poesia está no vazio e não no corpo. Está fora do corpo, no espaço ENTRE, no olhar e no dissolver da voz com corpo com texto com coração com quadril com ator com palco com público com pés com joelho com com palavra com chakras com centro da terra com a flor.
No fim de tudo, a flor. Simples assim.
Priscila
terça-feira, 25 de novembro de 2008
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Do que somos feitos?
Dia da consciência negra. Nós que de negros nunca tivemos nada, temos história, talvez tenhamos antepassados, provavelmente temos tudo, nos encontramos.
Nos encontramos num outro mundo lugar paralelo do Centro de São Paulo que eu nunca pensei que pudesse/quisesse/tentasse entrar...SUSPENSE...fica de segredo dos presentes, quem quiser desvendá-lo terá de aparecer das próximas vezes. E foi fantástico, com direito a brindes culturais e um espaço que dá pra se fazer o que quiser.
Mas de tudo isso o que ainda está cravado na minha cabeça, na cabeça de nós quatro acredito foi a longa conversa sobre COMO FALAR DE TUDO ISSO????
Como falar do índio, invadido, amordaçado, transformado, esquecido, queimado? Como falar do negro? Do pobre? Do podre? Se nada disso me pertence. Se nada disso é meu. Se, nas palavras de Carlos, “eu estou cagando pra tudo isso”.
Como e para que falar disso? Sem ser piegas, sem ser didático, sem ser moral. Sem ser burro.
Sim, é preciso falar disso. Devemos tocar as pessoas de alguma maneira, fazê-las pensar, refletir e um dia mudar de atitude. Queimar um prédio público, abrir uma ONG, mudar o seu discurso, seu jeito de agir, ou apenas tomar um suco de maracujá pra esquecer. Mas de alguma maneira, pensar nisso.
E então, percebemos na simplicidade e profundidade da conversa que o mais próximo de todos estes seres, de toda a história deste país sem nação, com tantos brasileiros cheios de amor, somos nós mesmos.
Está em nós, em mim, no Giscar, na Michele, no Zé Valdir....Então está aí o nosso tão procurado tema, em nós, que somos estes brasileiros de quem o Flusser tanto fala. É disso que queremos falar. “Do que nós somos feitos?”
E daí já temos provocações. Já temos idéias.
Já temos vontades.
Nos encontramos num outro mundo lugar paralelo do Centro de São Paulo que eu nunca pensei que pudesse/quisesse/tentasse entrar...SUSPENSE...fica de segredo dos presentes, quem quiser desvendá-lo terá de aparecer das próximas vezes. E foi fantástico, com direito a brindes culturais e um espaço que dá pra se fazer o que quiser.
Mas de tudo isso o que ainda está cravado na minha cabeça, na cabeça de nós quatro acredito foi a longa conversa sobre COMO FALAR DE TUDO ISSO????
Como falar do índio, invadido, amordaçado, transformado, esquecido, queimado? Como falar do negro? Do pobre? Do podre? Se nada disso me pertence. Se nada disso é meu. Se, nas palavras de Carlos, “eu estou cagando pra tudo isso”.
Como e para que falar disso? Sem ser piegas, sem ser didático, sem ser moral. Sem ser burro.
Sim, é preciso falar disso. Devemos tocar as pessoas de alguma maneira, fazê-las pensar, refletir e um dia mudar de atitude. Queimar um prédio público, abrir uma ONG, mudar o seu discurso, seu jeito de agir, ou apenas tomar um suco de maracujá pra esquecer. Mas de alguma maneira, pensar nisso.
E então, percebemos na simplicidade e profundidade da conversa que o mais próximo de todos estes seres, de toda a história deste país sem nação, com tantos brasileiros cheios de amor, somos nós mesmos.
Está em nós, em mim, no Giscar, na Michele, no Zé Valdir....Então está aí o nosso tão procurado tema, em nós, que somos estes brasileiros de quem o Flusser tanto fala. É disso que queremos falar. “Do que nós somos feitos?”
E daí já temos provocações. Já temos idéias.
Já temos vontades.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Eu odeio a adaptação!
O título é em homenagem ao Jonas.
A conversa sobre o Flusser serviu para elucidar algumas dúvidas e frisar alguns pontos importantes. Gostei tanto do tcheco que confesso: adoraria ter uma palestra com um estudioso em fenomenologia. Se souberem de algum palestrante generoso, me avisem!
Semana que vem (recado aos ausentes) retomaremos as atividades mais práticas. O Carlos falou para recordarmos os exercícios cênicos realizados no processo até o momento. E, recordando o exercício, segue a letra de uma música que o Fernando Salvador escreveu no dia em que juntos lemos Alienação. Como ele é músico, fez uma melodia bem louca também. Vai a letra:
Sem título
Você acha que ta tudo bem
Deis que nasceu você só se fudeu
Tem futebol na tv
Financiada com juros e correção
Celular e o que mais quiser
Se afundando em prestação
E assim você é feliz
Tendo o que “sempre quis?”
Comprando qualquer bosta
Que te dizem precisar ter
Não vê que é tudo ilusão
Que cê se fode sem perceber
Droga, tv e religião
Te amansando pra não se mexer
Sem escolas nem hospitais
Sem asfalto
Mas com LCD
E pra fechar, vai o comentário do Jonas em uma de suas brilhantes colocações: A cultura do adaptado me irrita profundamente.
Beijocas da Denise
A conversa sobre o Flusser serviu para elucidar algumas dúvidas e frisar alguns pontos importantes. Gostei tanto do tcheco que confesso: adoraria ter uma palestra com um estudioso em fenomenologia. Se souberem de algum palestrante generoso, me avisem!
Semana que vem (recado aos ausentes) retomaremos as atividades mais práticas. O Carlos falou para recordarmos os exercícios cênicos realizados no processo até o momento. E, recordando o exercício, segue a letra de uma música que o Fernando Salvador escreveu no dia em que juntos lemos Alienação. Como ele é músico, fez uma melodia bem louca também. Vai a letra:
Sem título
Você acha que ta tudo bem
Deis que nasceu você só se fudeu
Tem futebol na tv
Financiada com juros e correção
Celular e o que mais quiser
Se afundando em prestação
E assim você é feliz
Tendo o que “sempre quis?”
Comprando qualquer bosta
Que te dizem precisar ter
Não vê que é tudo ilusão
Que cê se fode sem perceber
Droga, tv e religião
Te amansando pra não se mexer
Sem escolas nem hospitais
Sem asfalto
Mas com LCD
E pra fechar, vai o comentário do Jonas em uma de suas brilhantes colocações: A cultura do adaptado me irrita profundamente.
Beijocas da Denise
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
sábado, 30 de agosto de 2008
provocação...
Oi Pessoas,
aí vai um texto que ouvi por acaso hoje.
Só de Sacanagem
by Elisa Lucinda
Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta à prova? Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais. Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais. Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração tá no escuro. A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam:
" - Não roubarás!"
" - Devolva o lápis do coleguinha!"
" - Esse apontador não é seu, minha filha!"
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas-corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar, e sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda eu vou ficar. Só de sacanagem!
Dirão: “ - Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba.”
E eu vou dizer:”- Não importa! Será esse o meu carnaval. Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos. Vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.”
Dirão:" - É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal”.
E eu direi:” - Não admito! Minha esperança é imortal!” E eu repito, ouviram? IMORTAL!!!
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final.
Bjos
Le
aí vai um texto que ouvi por acaso hoje.
Só de Sacanagem
by Elisa Lucinda
Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta à prova? Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais. Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais. Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração tá no escuro. A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam:
" - Não roubarás!"
" - Devolva o lápis do coleguinha!"
" - Esse apontador não é seu, minha filha!"
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas-corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar, e sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda eu vou ficar. Só de sacanagem!
Dirão: “ - Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba.”
E eu vou dizer:”- Não importa! Será esse o meu carnaval. Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos. Vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.”
Dirão:" - É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal”.
E eu direi:” - Não admito! Minha esperança é imortal!” E eu repito, ouviram? IMORTAL!!!
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final.
Bjos
Le
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
O tempo é inexorável
A respiração conduz o fluxo. O tempo é seu
Arrisca e Busca
Brinca
Entra no jogo
Esta foi a semana do Jonas
A gente enrolou e desenrolou
Mexeu com as articulações
Tentou bater na bunda do outro ao mesmo tempo que protegia a sua bunda
Trabalhou coordenação
Correu
Pegou
Trouxe a colagem com o tema Lígia Helena
Tinha o varau da Lígia com calcinhas multicoloridas
O manequim do Eder cheio de vacas voadoras
A luminária iemanjá sem luz do Giscar
O chapéu coqueiro multifaces da Denise (eu)
Os minibonecos caminhando ao encontro do papai Noel tarado da Priscila
E a agenda superorganizadacomsanguetipoA+ecominformações de alergias múltiplas do Leandro.
Degustamos e tivemos a possibilidade de brincar com as duas filmadoras:uma proposta mais multimídia
Dois grupos: meninas de um lado, meninos do outro
Os meninos foram para o banheiro, rolou uma interação com a peituda manequim do Éder
As meninas, boas moças treinadas para ser donas de casa, adoraram o varal, lógico! E começaram a brincar com as calcinhas
A conversa foi boa: feedback dos LCT, ouvido atento e de novo não deu tempo de conversar sobre o Flusser.
O tempo: acabou 13h30 e não falamos tudo........
ATENÇÃO: No dia 02 de setembro vamos fazer uma paella com o tcheco:
Textos para debater (está agendado, anotado e programado): Defasagem, Alienação, Cultura, Língua , Diagnóstico e Prognóstico.
Beijo nas crianças
Carambola para a Michele
Quem assina: Eu, Denise Cruz.
Arrisca e Busca
Brinca
Entra no jogo
Esta foi a semana do Jonas
A gente enrolou e desenrolou
Mexeu com as articulações
Tentou bater na bunda do outro ao mesmo tempo que protegia a sua bunda
Trabalhou coordenação
Correu
Pegou
Trouxe a colagem com o tema Lígia Helena
Tinha o varau da Lígia com calcinhas multicoloridas
O manequim do Eder cheio de vacas voadoras
A luminária iemanjá sem luz do Giscar
O chapéu coqueiro multifaces da Denise (eu)
Os minibonecos caminhando ao encontro do papai Noel tarado da Priscila
E a agenda superorganizadacomsanguetipoA+ecominformações de alergias múltiplas do Leandro.
Degustamos e tivemos a possibilidade de brincar com as duas filmadoras:uma proposta mais multimídia
Dois grupos: meninas de um lado, meninos do outro
Os meninos foram para o banheiro, rolou uma interação com a peituda manequim do Éder
As meninas, boas moças treinadas para ser donas de casa, adoraram o varal, lógico! E começaram a brincar com as calcinhas
A conversa foi boa: feedback dos LCT, ouvido atento e de novo não deu tempo de conversar sobre o Flusser.
O tempo: acabou 13h30 e não falamos tudo........
ATENÇÃO: No dia 02 de setembro vamos fazer uma paella com o tcheco:
Textos para debater (está agendado, anotado e programado): Defasagem, Alienação, Cultura, Língua , Diagnóstico e Prognóstico.
Beijo nas crianças
Carambola para a Michele
Quem assina: Eu, Denise Cruz.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
A BUNDA da Pri
Tive que postar para a Denise!
"que meleca...
Não consegui entrar no blog com a senha e email/login
Logo, vou escrever por aqui mesmo, né, fazer oque????
Agosto, 19, ano de 2008.
O dia de hoje foi sublime para Kant de uma semelhança nem tanto surpreendente para Flusser uma síntese para mim e essa tentativa de traduzir o comunicado para os faltantes será essencialmente uma notícia e tudo isso pode estar deturpado
Dia do Daniel
Trabalhar o foco o campo de visão estar presente no AGORAJÀ
Havia um som de tambor
Fomos influenciados por ele O outro me estimulando.... A contaminação
Escolher uma ação: Verbo bi transitivo ABRIR OS OLHOS VER DE VERDADE PULAR SALTAR ANDAR JOGAR SOBRETUDO SER-ESTAR
Quatro pessoas de um lado 4 de outro
Cada um escolhe um movimento olha para a frente caminha
Quando chegar ao centro todos devem estar executando o MESMO movimento e trocar com o movimento da equipe que cruza
A gente caminhou pela sala também e quando não tinha ninguém em nosso campo de visão parávamos até alguém nos notar e caminhar para o nosso campo
Atenção ao jogo olhar o outro nao ficar na sua viagem
Rolou uma dança circular deliciosa.... Aqueceu rápido mesmo
A música gostosa de cantar.... merda eu esqueci a letra
Depois nos dividimos em duplas
Recebemos o texto da Talita
Eu havia esquecido que o trecho era bom
Vimos algumas fotografias do Wooster Group
Instrumentos provocativos
20 minutos
4 exercícios cênicos
O Daniel conversou/trocou com os grupos
Queríamos (Priscila e eu) incluir um texto que encaixasse com todas aquelas outras provocações
O Daniel falou do slogan
Peguei os Sonhos de Einstein
Veio o Slogan: Imagem não é nada sede é tudo e o texto do livro do Alan Lightman encaixou
Imagine um mundo em que não há tempo só imagem
Lembramos da cena que a Dani escrevia no chão com giz
Incluímos
Fotografamos comentamos e tentamos comungar com a platéia
Cuidado com a interpretação
O Marcelo desenhou e o Éder fez um discurso sobre
O Jonas leu ao contrário o texto da Talita parecia um arremedo do alemão
A Lígia ia acrescentando tudo traduzinho para o inglês
A Kika e o Giscar andavam em círculos
O Giscar tentava relacionar-se com a Kika que parecia um ser autômato sorridente
Depois o Carlos e a Michele orquestraram 2 cenas com tudo isso
A BUNDA da Priscila ficou em evidência
IMAGEM NÃO É NADA SEDE É TUDO E A PONTUAÇÃO É POR SUA CONTA
DEVER DE CASA: Trazer uma colagem com o tema Lígia Helena. Instalação em 3D. Não entendeu? Por exemplo: Se o texto Lígia Helena para você for uma garrafa de coca-cola com peruca que canta usando um microfone pink, você leva tudo isso e mostra para nós os outros.
Beijo nas crianças
Carambola para a Michele,rsss
DeniseAh... não deu tempo de debater Defasagem e Alienação...
Denise Cruz"
"que meleca...
Não consegui entrar no blog com a senha e email/login
Logo, vou escrever por aqui mesmo, né, fazer oque????
Agosto, 19, ano de 2008.
O dia de hoje foi sublime para Kant de uma semelhança nem tanto surpreendente para Flusser uma síntese para mim e essa tentativa de traduzir o comunicado para os faltantes será essencialmente uma notícia e tudo isso pode estar deturpado
Dia do Daniel
Trabalhar o foco o campo de visão estar presente no AGORAJÀ
Havia um som de tambor
Fomos influenciados por ele O outro me estimulando.... A contaminação
Escolher uma ação: Verbo bi transitivo ABRIR OS OLHOS VER DE VERDADE PULAR SALTAR ANDAR JOGAR SOBRETUDO SER-ESTAR
Quatro pessoas de um lado 4 de outro
Cada um escolhe um movimento olha para a frente caminha
Quando chegar ao centro todos devem estar executando o MESMO movimento e trocar com o movimento da equipe que cruza
A gente caminhou pela sala também e quando não tinha ninguém em nosso campo de visão parávamos até alguém nos notar e caminhar para o nosso campo
Atenção ao jogo olhar o outro nao ficar na sua viagem
Rolou uma dança circular deliciosa.... Aqueceu rápido mesmo
A música gostosa de cantar.... merda eu esqueci a letra
Depois nos dividimos em duplas
Recebemos o texto da Talita
Eu havia esquecido que o trecho era bom
Vimos algumas fotografias do Wooster Group
Instrumentos provocativos
20 minutos
4 exercícios cênicos
O Daniel conversou/trocou com os grupos
Queríamos (Priscila e eu) incluir um texto que encaixasse com todas aquelas outras provocações
O Daniel falou do slogan
Peguei os Sonhos de Einstein
Veio o Slogan: Imagem não é nada sede é tudo e o texto do livro do Alan Lightman encaixou
Imagine um mundo em que não há tempo só imagem
Lembramos da cena que a Dani escrevia no chão com giz
Incluímos
Fotografamos comentamos e tentamos comungar com a platéia
Cuidado com a interpretação
O Marcelo desenhou e o Éder fez um discurso sobre
O Jonas leu ao contrário o texto da Talita parecia um arremedo do alemão
A Lígia ia acrescentando tudo traduzinho para o inglês
A Kika e o Giscar andavam em círculos
O Giscar tentava relacionar-se com a Kika que parecia um ser autômato sorridente
Depois o Carlos e a Michele orquestraram 2 cenas com tudo isso
A BUNDA da Priscila ficou em evidência
IMAGEM NÃO É NADA SEDE É TUDO E A PONTUAÇÃO É POR SUA CONTA
DEVER DE CASA: Trazer uma colagem com o tema Lígia Helena. Instalação em 3D. Não entendeu? Por exemplo: Se o texto Lígia Helena para você for uma garrafa de coca-cola com peruca que canta usando um microfone pink, você leva tudo isso e mostra para nós os outros.
Beijo nas crianças
Carambola para a Michele,rsss
DeniseAh... não deu tempo de debater Defasagem e Alienação...
Denise Cruz"
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Meu nome é... Lígia!
Já começou.
Seis encontros.
Vilém Flusser – Fenomenologia de um Brasileiro por capítulos.
Madrasta Natureza – pode ser nome de peça. Eu gosto.
Somos 11 + 04 = busca de linguagem. Mesmo?
Não representa. Como?
Sem personagem. Com o que então?
Provocação ou direção ou porra nenhuma.
O espaço é livre. Só que estamos presos a ele. Fotos.



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