terça-feira, 25 de novembro de 2008

Encontro com Georgette Fadel

Quadril. Encaixe do fêmur.
Coração na mão. Cérebro na mão. Pés na mão. Cérebro no coração nos pés na mão. Tudo para o centro da terra. Aterramento.
Voz=pés no chão, base fixa. Joelhos do Daniel. O simples é tudo, ou o tudo é simples. O Leandro disse tudo. O Carlos disse simples.
Como colocar o coração na voz na fala no texto no teatro na platéia no ator no espaço? A poesia está no vazio e não no corpo. Está fora do corpo, no espaço ENTRE, no olhar e no dissolver da voz com corpo com texto com coração com quadril com ator com palco com público com pés com joelho com com palavra com chakras com centro da terra com a flor.
No fim de tudo, a flor. Simples assim.

Priscila

2 comentários:

Um mangá que atende pelo nome de Maria Sarabacura disse...

Meu avô já dizia: A vida é mais no simples. Saudades do meu avô. Ele era pura flor poema. Um beijo Pri.

Carlos Canhameiro disse...

Simples é coisa de arrogante!